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IDI Brasil: Fortaleza, Brasília e São Paulo encerram 2025 no topo da demanda imobiliária

O IDI Brasil do 4º trimestre revela a ascensão de capitais do Nordeste e o avanço de polos regionais como Sorocaba. Veja como o mercado ficou mais competitivo em 2025.

O mercado imobiliário brasileiro encerrou 2025 consolidando uma tendência que vinha se desenhando ao longo de todo o ano: a descentralização do protagonismo. Se antes o eixo Sul-Sudeste detinha a hegemonia das atenções, os dados do 4º trimestre do Índice de Demanda Imobiliária (IDI Brasil) revelam um cenário muito mais competitivo e distribuído geograficamente. 

O estudo, realizado pelo CV CRM em parceira com o Sienge e a CBIC, aponta que o ano foi marcado por uma “dança das cadeiras” nas lideranças de mercado. No segmento de padrão econômico, Fortaleza assumiu o topo, enquanto Brasília surpreendeu ao conquistar a primeira posição no alto padrão no fechamento do ano. 

Dinamismo e novos polos regionais 

De acordo com os especialistas, essa mobilidade nos rankings reflete um consumidor mais sensível a fatores econômicos e perfis de lançamentos específicos. Não são apenas as capitais que brilham; cidades como Sorocaba (SP) e Porto Belo (SC) se mantiveram como destaques estratégicos, provando que a demanda por imóveis está reagindo rapidamente a novos polos de desenvolvimento. 

“Ao longo de 2025 vimos cidades tomarem protagonismo e isso se reflete na dinâmica econômica e aumento da procura por imóveis. Aconteceu em Sorocaba, por exemplo, que teve a viralização das redes sociais refletida no aumento da procura por imóveis”, destaca o CEO do CV CRM, Fábio Garcez.

O cenário para 2026 desenha-se ainda mais desafiador e repleto de oportunidades para quem utiliza dados para a tomada de decisão. O IDI Brasil reforça que, em um mercado imobiliário com menor previsibilidade, a agilidade em ler os sinais de demanda é o que define quem sai na frente. 

Confira abaixo a análise completa dos destaques regionais e o desempenho por padrão de renda: